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A falta que faz uma tradição liberal-democrática

O processo de impeachment de Dilma Rousseff deixou marcas profundas para o filósofo Fernando L. Schüler. O fato de o PT ser bem estruturado tornou previsível a reação que veio: “Acertou a revista The Economist, que à época prognosticou que o processo de impeachment iria “envenenar” a política brasileira por muito tempo”, aponta. A partir da vitória de Bolsonaro, começou um estranho jogo. De um lado, a recusa permanente da legitimidade de quem venceu, tido como o “fascista”, o “inominável”, o “gado”. De outro, a tensão, o duplo sentido com o “nosso exército”, a “fraude nas urnas eletrônicas”, o “Artigo 142”. Tudo como avant premier do 08 de janeiro, acontecimento que manchou a direita e a democracia.

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A Escola brasileira para o século 21

O filósofo Fernando Schüler reflete neste artigo sobre a educação no Brasil. “Nas escolas estatais, apenas 18,4% dos alunos do último ano do ensino fundamental alcançam aprendizado satisfatório, em matemática, contra 55,8%, no setor privado”. As razões do fenômeno envolvem a soma de exclusão socioeconômica e deficiências específicas de gestão nas redes públicas. Criou-se um apartheid educacional, e o caminho para superá-lo seria a implementação de programas desenhados à luz da melhor experiência nacional e internacional.

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