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A nossa extrema-direita – e as deles

O sociólogo Demétrio Magnoli lembra em seu artigo que o triunfo eleitoral de Donald Trump ativou alarmes globais ao sinalizar que “as democracias ocidentais enfrentavam o desafio da ascensão do populismo de direita”. A vitória de Jair Bolsonaro significou a inserção do Brasil nessa tendência. Embora o bolsonarismo articule-se politicamente com correntes internacionais da extrema-direita, suas raízes ideológicas não são similares às correntes internacionais: “O bolsonarismo não é mera expressão nacional das ideias que movem o populismo de direita nos EUA ou na Europa”, pondera.

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Partido Único

A sociedade brasileira – moderna, urbana, com- plexa – não se ajusta à sedimentação de seu sistema político sob o peso de um hegemon. A rejeição ao petismo expressa-se na sociedade sob as mais diversas formas. Essa oposição, entre- tanto, não se traduz adequadamente nos atuais partidos oposicionistas – e, portanto, também não encontra expressão parlamentar. É um si- nal preocupante sobre o estado de saúde de nossa democracia. A persistente relutância em expor as relações entre a natureza autoritária do Pt e as orientações de política internacional do lulis- mo constitui uma aula completa sobre o estado falimentar do PsDB e do Dem.

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O Brasil, Pitiyanqui Sul-Americano?

Um traço permanente de nossa política internacional é a meta de impedir a formação de uma coalizão antibrasileira na América do Sul. Paradoxalmente, na hora em que se anuncia uma União Sul-Americana de Nações, os governos da Bolívia, Equador e Paraguai reacendem a velha acusação de que o Brasil ocupa o lugar de potência imperialista regional. A postura antibrasileira é uma faceta do antiamericanismo que solda a esquerda latino-americana e que paralisa nossa política externa. Demétrio Magnoli, sociólogo e doutor em geografia humana, é colunista de O Estado de S. Paulo e O Globo.

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O Brasil Contra os Direitos Humanos

A política internacional de direitos humanos conheceu um período de regressão, deflagrado pelo advento do governo Bush e pela “guerra ao terror”. O Brasil colaborou ativamente para essa regressão, silenciando diante das violações de direitos humanos ou mesmo protegendo e elogiando os piores violadores. O comportamento da política externa do governo Lula reflete uma concepção sobre o sistema internacional que colide com os valores e interesses nacionais.

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