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Críticas e Comentários

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Erramos

No artigo “O Papel da Oposição”, o intertítulo correto da página 17 é Compromisso com o voto distrital (e não Compromisso com o voto digital).

Críticas e Comentários

Desde a terça-feira, 12 de abril, quando a Folha de S. Paulo estampou em manchete a reportagem “Oposição deve desistir de buscar o ‘povão’, diz FHC”, aludindo ao artigo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso publicado na edição 13 (abril-junho) desta revista, o site da Interesse Nacional registrou dezenas de comentários de leitores, alguns dos quais reproduzimos nesta seção. Eles se referem principalmente ao artigo “O Papel da Oposição”, escrito por FHC, cuja estrondosa repercussão demonstra o acerto da escolha do tema como o principal destaque da edição passada. Em nossa avaliação, há um debate represado sobre o assunto, e os três artigos – de FHC, Demétrio Magnoli e Paulo Roberto de Almeida – contribuíram para fomentar a polêmica na sociedade brasileira.

Os artigos sobre a política externa no governo Dilma Rousseff, assinados por Luiz Felipe Lampreia e Marco Aurélio Garcia, foram focalizados no Valor Econômico de 2 de maio, na coluna do jornalista Sergio Leo intitulada “A Oposição e a Política Externa”.
O texto de Caio Túlio Costa sobre o papel da internet na votação recebida pela candidata Marina Silva, nas eleições de 2010, repercutiu também na internet – em sites e blogs. O blog do jornalista Fernando Rodrigues, no UOL, trouxe, no dia 14 de abril, o comentário “Marina atingiu 12,5 milhões de pessoas na web”, em que reproduz a análise do autor publicada na revista.
É impossível rastrear tudo o que foi divulgado sobre os artigos da edição 13 da Interesse Nacional. Seguem aqui alguns dos títulos que apareceram na mídia: “Artigo de FHC deixa oposição inquieta” e “Cientistas políticos acham arriscado esquecer ‘povão’ (O Estado de S. Paulo, 13.4); “Objeto de desejo” (coluna do jornalista Merval Pereira, O Globo, 13.4); “Declaração de FH incomoda partidos de oposição” (O Globo, 13.4); “FHC muda e prega que o PSDB busque a nova classe média” (Valor Econômico, 13.4); “FHC rebate críticas: ‘Venci o Lula com o voto do povão” (O Estado de S. Paulo, 14.4); “Não sou idiota para propor que o PSDB ignore o povão, diz FHC” (Valor Econômico, 14.4); “Lula diz que FHC ‘quer esquecer o povão’” (Folha de S. Paulo, 15.4); “As oposições, o povão e o silêncio” (coluna de Cláudio Gonçalves Couto no Valor de 15, 16 e 17 de abril); “Oposição discorda de FHC e defende foco no ‘povão’” (Folha de S. Paulo, 13.4).
Como era de esperar, a mobilização da sociedade, que ecoou durante várias semanas na mídia, levou a um aumento expressivo nos acessos ao site da revista, que saltou de uma média diária de 150, até o dia 12 de abril, para 400. Após a manchete da Folha de S. Paulo, seguida de colunas políticas em jornais, revistas e blogs, comentários em emissoras de rádio e TV, houve alguns picos de acesso ao site da Interesse Nacional, como o ocorrido em 13 de abril – 3 653. No sábado, 16 de abril, no domingo, 17, e na segunda-feira, 18, registramos, respectivamente, 1 213, 1 395 e 1 951 acessos. As assinaturas da revista também cresceram, em média, 25%.
Na sequência, algumas mensagens de leitores enviadas ao site da revista.
Sobre o artigo de Fernando Henrique Cardoso:

“Como sempre, o presidente Fernando Henrique formula um conjunto de pensamentos coerentes e, antes de tudo, com qualidade nas ideias. Muito do que ele fala é óbvio e é por ser que poucos percebem” (Moacir de Oliveira, [email protected])

“Excelente artigo. Totalmente coerente como sempre foi nosso querido presidente. Só que precisamos colocar os pontos levantados no artigo de forma mais didática, mais clara. Como um professor de segundo grau coloca a matéria para seus alunos. Precisamos criar propostas para esses problemas e nunca ter vergonha de nossas conquistas na era FHC. Quando não temos certeza daquilo que fizemos, não inspiramos confiança.
Precisamos transpirar confiança, projetos, propostas. Só que o povo precisa entender o benefício de cada proposta. Sem esse entendimento, não há como mobilizar a população” (Angelica Magalhães, [email protected])

“FHC, eu que ainda gostava de você, mas como eu sou povão, bye, bye” (Kleber, [email protected])

“Acorda oposição!”(Rosa Maria Pamplona Valle, [email protected])

“Os fatos confirmam o que digo. O PSDB não tem um discurso, uma bandeira, muito menos atitudes que demonstrem algum interesse em cativar a classe média. Só discursos nas casas legislativas, e olhe lá. Cadê o PSDB para impedir que milhares de Câmaras de vereadores aumentem o números de vereadores, sangrando ainda mais os já combalidos cofres municipais? As prefeituras não têm dinheiro para merenda, saúde e outros serviços essenciais à comunidade. Mas, os desaforados aprendizes de feiticeiros marcham a passos largos para aumentar o número de vereadores! Com a maior cara de pau. E não adianta dizer, mostrar enquetes que demonstram que a sociedade é contra. Eu diria: Até quando abusarão de nossa paciência? Então, querem ganhar nossa simpatia, apoio e voto? É bom começar a mostrar coerência, união e serviço por alguma causa” (Gil, [email protected])

“Fantástico o artigo de FHC! Impecável na análise e coerente na proposta estratégica. A visão de alguém que continua comprometido com o desenvolvimento do Brasil. Aos que não o entenderam, só há algo a dizer: o analfabetismo funcional é uma das maiores chagas a ser enfrentadas pelo país.
Um abraço especial ao ex- presidente!” (Rosemary Roggero, [email protected])

“Fiquei impressionada com a clareza de argumentação e com o vigor da mensagem! Parabéns, concordo que o caminho é deixar o povão ao lulismo e adotar a nova classe c!” (Viviane Castilho Camargo, [email protected])

“É estarrecedora e indignante a postura de FHC. Ele quer a retomada do poder a qualquer custo: não respeita ideias contrárias, não enxerga nada além do seu umbigo e ataca o povo sem nenhum pudor. Mas, é animador saber que apesar de não se convencer de sua posição de ex-presidente suas bravatas só conseguem evidenciar de que lado ele e seus seguidores estão: contra o povo” (Augusto Matias, [email protected])

“Lamentável ver o ex-presidente desistir do povão e tentar um discurso político ‘as novas classes médias’. Não se esqueça, ex-presidente, essas ‘novas classes médias’ são simplesmente o povão, vieram do povão, pensam como o povão. É a senhora que agora pode comprar uma carne de primeira, um yogurte no supermercado, é o sujeito que pode pensar em ter seu primeiro carro zero na garagem, parcelado em 80 vezes, é a família que entra nas Casas Bahia para comprar o primeiro computador ou o segundo para os filhos.
Concluindo: o presidente fala ainda como um intelectual, mas está distante da realidade, a realidade, sr. Presidente, é que o Tiririca foi o deputado mais votado. ACORDA!!!” (Elias Soares, [email protected])

“Agora, sr. FHC, lembre-se de que os professores e funcionários públicos são parcelas significativas da classe média e que estas se lembram muito bem do que foi seu governo para essas categorias.

Os docentes das Universidades não são tão desinformados quanto o “povão” (embora discorde de que esses o são) e se lembram do período de privatização do ensino superior feito através da enorme expansão das Universidades particulares e através do arrocho de salário dos docentes. Disso, FHC, não tenha dúvida, os professores se lembram muito bem de que tipo de patrão o PSDB foi e não gostamos!! Sinceramente, acredito que o povo brasileiro não quer um Estado Mínimo, como prega o neoliberalismo do qual o sr. e seu partido são defensores… pelo contrário, acredito que o povo brasileiro quer um estado indutor do desenvolvimento e que, sobretudo, corrija os desvios do mercado que impedem a oportunidade igual para todos!” (Flavia, [email protected])

“Flavia, note que no seu discurso FHC demonstra que ele continua com a mesma mentalidade de quando foi presidente, ao mencionar a seguinte frase: ‘mensagens atrasadas do esquerdismo petista ou de sua leniência com o empreguismo estatal’.
Portanto, para ele, a classe dos professores e demais funcionários públicos tem que acabar mesmo. Nada mudou!” (Gil, [email protected])

“Simplesmente: vou postar no meu Facebook! Grata FHC!” (Marta, [email protected])

“Excelente! Este artigo é quase uma cartilha para as oposições que estão perdidas no seu papel primordial, que é fazer oposição a um governo oportunista e populista” (PoPa, [email protected])

“Este texto deveria ser a Bíblia do PSDB, não para ficar na mesa de cabeceira, mas para ser debatida, discutida e colocada em prática. Nossa oposição está, ou estava, até antes deste artigo, completamente sem Norte. Precisamos começar a agir imediatamente, o tempo não para à espera do final do joguinho de egos inflamados que, infelizmente, existe dentro do partido. Acorda, gente, pois o PT não dorme” (Celi Silva Lemos, [email protected])

“A opinião de FHC merece aplausos. Infelizmente o nosso país está estregue a um governo populista, porque a oposição é alienada ao governo. É oposição apenas para buscar votos, mas na verdade não apresenta nada a ser discutido pela população, e ainda no Congresso sempre está ao lado do governo. Se nada for feito, caminhamos para um ‘chavismo’.
Senhores congressistas, o povo espera de vocês uma atitude. Chega de leniência diante das barbáries do “lulismo” implantado em Brasília” (Lurdeo Moura, [email protected])

“Parabéns ao ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e parabéns ao Brasil! Finalmente posso dizer que minha voz ressoou na política brasileira. Finalmente algo novo em meio a um mar de ignorância e má-fé, dois dos maiores males deste país. Esse clima já estava no ar, porém, a grande percepção de FHC coroou essa sensação tão presente em todo o país. Nenhum outro artigo em décadas foi tão incisivo e necessário à política brasileira. Devemos mais essa a FHC. Se outra pessoa dissesse isso, iria bem soar falso, mas vindo do ex-presidente o endereço é certo: reanimar as forças políticas consumidas sem dó e em todos os seus ‘lados’ pela nova e peculiar maneira do PT de administrar. Todos se renderam ao lulo-petismo menos os homens democraticamente coerentes como é FHC”. (Rosberg Farias, [email protected])

“O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso está coberto de razão. Não é nada contra o PT que encontrou e trabalhou para conquistar a classe trabalhadora, dando a ela poder de compra, acesso ao consumo, à educação, enfim, tirando-a do limbo em que se encontrava. O seu artigo é o que qualquer cidadão de classe média percebeu e o PSDB não viu ou não quis ver na última eleição. Ele queria ouvir um candidato que defendesse a classe média que está encaixotada entre os milionários e a classe C e D.
Entretanto, o PSDB não teve discurso na eleição presidencial passada e ainda não o encontrou. Para alcançar a classe menos favorecida, o PSDB tem que tirar o ‘saltinho de cristal’ para colocar o ‘pé na jaca’. O que não é seu feitio. Eles não conseguem chegar aos rincões, precisam entender e assimilar isto.
Um dos exemplos vem de Minas, a passeata do José Serra saiu do alto das Mangabeiras e foi para a praça da Savassi. E o discurso, cadê? Foi para o povão? Nos 8 anos do ex-governador, os municípios visitados por ele foram só aqueles onde tinha pista de avião.
Curioso é a maioria do partido não concordar com o artigo do ex-presidente FHC. Faltou na campanha passada alguém que dissesse das carências da classe média. A dificuldade financeira para pagar a escola dos filhos, de estudar, de fazer um curso de línguas, de continuar bancando o que sempre teve. A classe média não tem como contratar um cuidador de idoso, não tem como manter o plano de saúde privado, não tem como pagar o aluguel que disparou e não consegue comprar um imóvel (a prestação não cabe em seu orçamento), aliás, não tem nem uma linha de financiamento que seja compatível com a sua renda que não é do Minha Casa, Minha Vida e nem a de alto padrão. E, ainda, não encontrou até agora uma voz que a representasse. A classe média está sucumbindo. Não a que chegou agora, mas a que já era média.
Seria a hora do PSDB agarrar este mote e se lançar enquanto é tempo. Isto, no entanto, não é para esquecer os mais carentes, como sempre fez.O artigo só traz o que a classe média esperava na campanha e que o PSDB não enxergou. O espaço está aberto para discussão. Ao PSDB resta pegar ou continuar sem discurso” (Glaucia Stela, [email protected])

“O artigo é excelente e muito bem redigido. Lamento que o autor sofra de dupla personalidade e quando está no poder não aplique o que ele próprio escreveu. Não acredito no Lula, mas também não acredito no FHC, e recordo aos senhores que a cabeça dele no poder mudou tanto que chegou a chamar aposentado de vagabundo…. lamentável” (Franklin Gomes Madeira, [email protected])

“FHC é um intelectual, serve pra isso: escrever artigos. Governo mesmo é preciso deixar para quem sabe administrar e não apenas falar” (Renato ZD, [email protected])

“SIM!!!! essa é a Oposição que queremos!!!! Chega de lulismo! Desejo que a Oposição deixe de lado o comodismo e o conformismo e volte a se manifestar e a lutar contra esse populismo sujo! Maravilhoso FHC” (Marisa, [email protected])

“Este artigo do ex-presidente FHC é uma verdadeira aula de modernidade. Infelizmente o seu PSDB não dispõe de ‘tutano’ suficiente para abraçar como estratégia de atuação política tendo em vista o engrandecimento da nação brasileira. Vou disseminar este artigo como aula de ‘estratégia cívica para o Brasil’” (Almir D’Antona Muniz, [email protected])

“Parabéns pela Revista, e principalmente pelo lúcido artigo do Fernando Henrique, que vem sendo alvo de interpretações distorcidas ou precipitadas, ou ignorantes, ou maliciosamente oportunistas. Sou Procuradora do Estado de Minas Gerais, apartidária, mas ativa entusiasta do desenvolvimento saudável e sustentável (em todos os aspectos) do Brasil. Abraços!” (Catarina Linhares, [email protected])

“Apesar de nunca ter levantado a bandeira do PSDB, por diversos motivos, reconheço que este artigo é uma aula para os eleitores (me incluo nessa) que não conseguem distinguir, ou até mesmo reconhecer as ideologias partidárias, uma vez que os políticos que se dizem opositores, na prática são sempre uns aliados que ‘mamam nas tetas do governo’ e confundem as cabeças do povo” (Rayssa Santos, [email protected])

“O diagnóstico feito pelo FHC da atual dinâmica da política brasileira é enfático, preciso e objetivo. Eu sou uma dessas pessoas que não quer lista fechada, corrupção, clientelismo, barganha com o dinheiro público e demagogia de pseudos políticos. Eu quero ter referências de valores e de políticas sociais verdadeiras. Eu preciso acreditar nos homens nos quais irei votar. Acho que o artigo é mais do que diretrizes para nortear a ação oposicionista, mas também um alento aos inconformados e oprimidos com a ação infame do, como o FHC denomina, lulopetismo” (Paulo Freire, [email protected])

“FHC é um estadista, o único após JK. Seu artigo diz tudo, pena que a oposição não saiba ler” (Oriovaldo Madureira, [email protected])

“É extremamente gratificante ler um artigo de FHC. Mostra sua capacidade de análise de nosso momento político e dá seguras indicações do rumo a ser seguido para o bem de toda a sociedade brasileira. Parabéns, Presidente!” (José Dias de Campos Filho, [email protected])

“Como posso imaginar que membros da oposição, hoje, possam não entender argumentos que o Sr. FHC coloca com tamanha clareza e simplicidade, mas indo no osso da causa” (Gustavo Rocha, [email protected])

“Até que enfim uma brisa de sanidade e coragem, juntas, na oposição. No texto FHC de hoje, em meu blog, sugiro a união das oposições” (Gustavo Amarante, [email protected]; http://amarante.blog.uol.com.br)

“Esse artigo incomodou tanto o DEM e alguns setores do PSDB porque diz exatamente o que a nossa oposição faz hoje, muito pouco ou quase nada. O ex-presidente foi muito feliz em dizer em palavras o que a oposição deveria ter feito nos 8 anos de governo Lula, mas que por medo de perder suas regalias não fez. Excelente artigo” (Eduardo Santana, [email protected])

“Ai, cotovelo, como dóis!” (Flavio Aguiar, [email protected]; www.cartamaior.com.br)

“FHC nunca gostou do povão” (Elza Ribeiro, [email protected])

“Entendi perfeitamente a colocação do Sr. Fernando Henrique; quis dizer que os políticos de outros partidos estão, em troca de interesses próprios, deixando de ser a oposição do governo atual, e isso pode ser prejudicial, pois o povo, mais simples ou menos conectado com o interesse político do país, está distraído e deixando passar tudo em branco. Portanto, a OPOSIÇÃO é saudável para o governo, e os políticos eleitos estão lá para representar justamente este povo distraído que votou neles. Está me chamando muito a atenção tudo o que está ocorrendo neste governo com a cara do Lula, não que ele não tenha feito algo, mas é prejudicial, o mundo já não é mais o mesmo, e os políticos precisam renovar suas ideologias partidárias e atender aos anseios do povo, às necessidades verdadeiras e parar de fazer jogo ilegal. Quanto às novas camadas que deverão atingir, é fundamental: o Twitter, redes sociais, etc., estão começando a ter peso, estão trazendo uma nova revolução, estão conectados com o mundo” (Wal Águia, [email protected]; blogdowal.hardhardware.com.br)

“O que mais me impressiona é que não li nenhuma defesa do FHC por parte de seus correligionários e políticos do PSDB, apenas críticas quanto ao povão, que aliás foi corretamente colocado, ajudando ao Lula em sua crítica descabida, como aliásé sempre de seu feitio. A oposição está escondida atrás de sua vaidade ferida e despropositada, inerte e quase adesista e, como sempre, às turras uns contra os outros para resolver quem é candidato a que” (João Edison Simonetti, [email protected])

“Deveria ser obrigatório a todos da oposição ler esta matéria e assim aprender um pouco do que é ser oposição. Parabéns, FHC, precisamos de vários FHC” (Adenicio Pires, [email protected]; [email protected])

“Impressionante como FHC não entendeu o que está acontecendo… enquanto o foco da oposição for a ação oposicionista, a oposição vai se mostrando alienada e vazia… Ele está tentando resgatar para ele exatamente o que está criticando no petismo lulista….” (Operadreamer, [email protected])

“O problema da oposição no Brasil se resume ao fato de que seus autores não a sabem fazer, não passam credibilidade ao povo e carregam o peso de ser elitistas. Talvez com uns 30 anos fora do governo aprendam a fazê-la” (Osvaldo, [email protected])

“Em parte concordo com FHC, mas nunca neste país – palavras do LULA – houve tanta corrupção quanto no governo do PT, que se dizia ético” (Juliano, [email protected])

Comentário sobre o artigo “Partido Único”, de autoria de Demétrio Magnoli:
“Melhor texto que já li sobre a realidade política nacional, e em especial acerca do ‘fantástico’ governo Lula. Parabéns! (Cesar Mucio Silva, [email protected])

“Professor Demétrio, Alvíssaras! Artigo elegante e contundente. Siga em frente. É um prazer acompanhá-lo. FSC, seu criado” (Fernando Saulo Calheiros de O. Pinheiro, [email protected])

“Patético, é um fanfarrão tucano de carteirinha. Seu ódio pelo PT e pelos progressos sociais trazidos por Lula parecem não caber em suas comedidas e filosóficas palavras” (Roberto Campos, [email protected]; www.robcampos.com.br)

Comentário de uma leitora sobre o artigo “O Papel da Internet na Conquista dos Votos de Marina Silva”:
“A senhora Marina não explicou como conseguiu tanto dinheiro para levantar uma campanha para presidente.
Se observarem o debate da Marina com a Presidente Dilma, durante a campanha, podem ver a cara de sapo da Marina, quando perguntou sobre o caso Erenice e a Dilma respondeu: Do mesmo jeito que ela havia resolvido o caso das madeiras do IBAMA. O marido dela estava respondendo a um processo, pois administrava 200 ONGs que venderam as madeiras confiscadas pelo IBAMA, e ainda um processo com a Roseana Sarney. Veja que na mesma relação do STF dos acusados pelo MPF de improbidade administrativa, além do nome de Alexandre Firmino, marido da sra. Lina Maria Vieira, está o nome do técnico agrícola Fábio Vaz de Lima, marido da sra. Maria Osmarina Marina Silva Vaz de Lima ou ex-Ministra Marina Silva e candidata à presidência” (Conceição, [email protected])

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