O filósofo Fernando Schüler reflete neste artigo sobre a educação no Brasil. “Nas escolas estatais, apenas 18,4% dos alunos do último ano do ensino fundamental alcançam aprendizado satisfatório, em matemática, contra 55,8%, no setor privado”. As razões do fenômeno envolvem a soma de exclusão socioeconômica e deficiências específicas de gestão nas redes públicas. Criou-se um apartheid educacional, e o caminho para superá-lo seria a implementação de programas desenhados à luz da melhor experiência nacional e internacional.
A educação foi um dos pilares do plano de governo eleito pela população brasileira, o do presidente da República, Jair Bolsonaro. A proposta era dar um salto de qualidade com ênfase na educação infantil, básica e técnica. Para a educação superior, o objetivo era estimular o empreendedorismo. Do dia 1º de janeiro para cá, o Ministério da Educação (MEC) caminhou a passos largos para cumprir esse compromisso assumido com o pagador de impostos, o cidadão brasileiro.