Entre o protagonismo nos julgamentos do Petrolão e da trama golpista e a atual crise desencadeada pelo escândalo do Banco Master, o STF enfrenta um dilema decisivo: manter a tradição de autodefesa corporativa ou reafirmar a institucionalidade por meio de padrões éticos claros. Se antes o corporativismo serviu como escudo contra ataques antidemocráticos e partidários, hoje ele ameaça a própria credibilidade da Corte, exigindo autocorreção e compromisso republicano
Análise da Corte Interamericana de Direitos Humanos sobre punição a juízes hondurenhos suscita debate mais amplo sobre a liberdade de membros do Poder Judiciário para se posicionar em público sobre questões políticas — o que tem importância também para o Brasil atual