Jose Pastore

Foi professor da Faculdade de Economia e Administração e da Fundação Instituto de Administração, ambas da Universidade de São Paulo. É membro da Academia Paulista de Letras

Cinco educadores conversam sobre ‘acupuntura escolar’

26 junho 2026

O presente ensaio é a versão escrita de uma longa conversa em que participaram o presente autor e quatro educadores. Ao discutir os temas, não tivemos revelações inéditas, mas registramos fortes congruências nas percepções do grupo. Não percebemos clima para grandiosas reformas. Daí propormos uma “acupuntura educativa”, sugerindo intervenções cirúrgicas e com algum potencial de […]

Polarização do trabalho e populismo

01 abril 2022

No seu artigo, o sociólogo José Pastore analisa as consequências sociais da tecnologia na sociedade. A globalização e a modernização prometeram um mundo mais igualitário, mas, com o tempo, geraram muitas contradições e rescente desigualdade. Nos últimos anos, o sentimento de perda potencializado pelas redes sociais, mina a saúde de muitas democracias. Por força da entrada aciça de tecnologias no ambiente de trabalho, a classe média está sendo espremida, observando-se, em contrapartida, ligeiro crescimento das classes mais altas e grande expansão das mais baixas, o que agrava a desigualdade social. É a polarização do trabalho provocada pelo avanço tecnológico.

Os problemas sociais da Covid-19

30 junho 2020

A cada dia a imprensa publica uma nova data para o pico da Covid-19 e anuncia promessas desencontradas sobre vacina e medicamentos. Assumindo a chegada do pico em agosto de 2020 e o surgimento de vacina ou medicamento no início de 2021, este ensaio apresenta considerações sobre o impacto da pandemia no mercado de trabalho e outros desdobramentos sociais.

Emprego e Desemprego em 2015

05 julho 2015

Em cerca de dez anos, o mercado de trabalho do Brasil passou por grandes oscilações. Em 2004, o desemprego nas regiões metropolitanas chegou a 12%. Em 2013, havia caído para 4,3%. No final de 2014, a taxa voltou a subir para 4,8% e, nos primeiros meses de 2015, saltou para a casa dos 6%1.