Presidente e fundador do Instituto de Relações Internacionais e Comércio Exterior (IRICE). É presidente do Conselho Superior de Comércio Exterior da FIESP, presidente da Associação Brasileira da Indústria de Trigo (Abitrigo), presidente do Centro de Defesa e Segurança Nacional (Cedesen) e fundador da Revista Interesse Nacional. Foi embaixador do Brasil em Londres (1994–99) e em Washington (1999–04). É autor de Dissenso de Washington (Agir), Panorama Visto de Londres (Aduaneiras), América Latina em Perspectiva (Aduaneiras) e O Brasil voltou? (Pioneira), entre outros.
Flávio mostrou toda sua inexperiência, arrogância e dificuldade de articulação com seus próprios companheiros políticos. Isolado politicamente e ausente do Brasil, terá pouca influência no cenário nacional. O governo brasileiro agiria com pragmatismo e serenidade, se não passasse recibo em relação aos apoios dos EUA e da Argentina ao senador
Pela primeira vez na história política brasileira, o resultado das urnas terá uma significativa repercussão na área externa. Em outras palavras, o fator externo (político e comercial) impactarão a economia nacional, qualquer que seja o resultado eleitoral
A expansão das operações militares dos EUA contra o narcotráfico na América Latina preocupa as Forças Armadas brasileiras pelo risco de intervenções estrangeiras. A possível adesão do Brasil ao Escudo das Américas em um eventual governo Flávio Bolsonaro exigirá negociações para preservar a soberania nacional e impedir ações unilaterais norte-americanas em território brasileiro.
Flávio Bolsonaro, com maioria no Senado e na Câmara, animado pelos apoios recebidos, avançou uma proposta não mencionada até agora. “O Brasil já me deu um Congresso muito mais à direita do que ele já é hoje. Com maioria no Senado para fazer o presidente do Senado, com maioria na Câmara para fazer o presidente […]
Tudo indica que vamos ter nos próximos quatro anos um difícil cenário interno político e econômico, o que tornará ainda mais crítica a resposta do futuro governo aos desafios externos, em vista da urgência da execução de políticas com uma visão estratégica de médio e longo prazo
Discurso do presidente preencheu um duplo objetivo: mostrar Lula como um estadista mundial e reforçar sua imagem para o público interno e dar claros recados ao presidente Trump e a Marco Rubio
China, Índia e Rússia disputaram uma posição mais ativa de liderança do bloco, sem nenhum deles se destacar. O Brasil, diferente do que ocorreu em 2025, perdeu protagonismo no âmbito do Brics em 2026.
A implementação da Política Nacional de Minerais Críticos e Estratégicos (PNMCE) deverá observar os princípios da estabilidade regulatória, da segurança jurídica e da previsibilidade, como fundamentos para a atração de investimentos e o desenvolvimento sustentável do setor mineral
É possível antecipar que as ações militares na região, com a justificativa de combate ao crime organizado e à droga para defender o território dos EUA, deverão aumentar com o apoio da maioria dos governos da região
Nas últimas semanas, o cenário geopolítico apresentou sensível deterioração, com novas medidas e ações que tornaram ainda mais difícil uma possível evolução no sentido da distensão e do fim das crises.
A escalada da crise com os EUA continua. É previsível, contudo, que o Brasil tampouco aceite qualquer intervenção de Washington para reduzir o comércio e o investimento da China no Brasil, mas acrescentaria mais um item na já ampla agenda do contencioso político-diplomático e comercial do Brasil com os EUA.
Apesar das resistências em alguns setores minoritários, as Forças Armadas dão sinais evidentes de que viraram a página da história do Brasil
O governo, a classe política e os empresários precisam entender qual o real desafio no cenário internacional e procurar discutir e implementar, no novo governo, um projeto de nação, com políticas de Estado, e estratégias de médio e longo prazo
No meio de relações econômicas e comerciais difíceis, nos últimos anos, com a Argentina e os EUA, recentemente, surgiu um fato novo na política externa brasileira, representado pelo desafio de crises políticas e diplomáticas geradas por interferências desses países nas eleições presidenciais brasileiras em outubro próximo. O Brasil está em meio a uma crise política […]
Esse é mais um exemplo de contaminação da política externa por interesses ideológicos e partidários que tanto afetaram as ações do governo brasileiro nos últimos anos.
O novo pacote tarifário dos EUA ameaça reduzir exportações brasileiras em até US$ 11 bilhões e inaugura uma fase inédita de confronto político entre Brasília e Washington, em meio à campanha eleitoral e ao debate sobre uma eventual retaliação comercial do Brasil.
É importante entender corretamente o que está ocorrendo. Não se trata de medida política contra o Brasil, mas a reafirmação da nova política comercial protecionista dos EUA com o objetivo de reduzir o desequilíbrio na balança comercial e arrecadar recursos financeiros com a receita das tarifas. O Brasil será atingido mesmo que mantenha nos últimos anos déficit na balança comercial com os EUA
Sem um governo que proponha um novo caminho, pensando em um projeto para o país, dificilmente será restabelecido o papel do Itamaraty como o principal formulador e executor da diplomacia.
Meu nome é Rubens Barbosa. Informo que todas as sextas-feiras, às 8h30hs, estaremos na rádio MYNEWSVIPFM 90.9 FM, por meia hora, para ajudar a preencher uma lacuna na cobertura da mídia nacional, pela limitaçao no tratamento de questões internacionais. No dia 3 de julho daremos início naquele canal ao “Programa Interesse Nacional – O Lugar […]
Contribuição de Temer inclui propostas e diretrizes que cobrem, em grande parte, as principais preocupações da sociedade civil, dos empresários e da classe política. Algumas outras áreas poderão ser acrescentadas às sugestões feitas nas áreas econômica, segurança pública, educação, previdência social, tecnológica, energia, meio ambiente, saúde, social, trabalhista, defesa e política externa. Todas importantes para definir o Lugar do Brasil no mundo de hoje