Muito distintos um do outro, os rivais Emília Perez e Ainda Estou Aqui afirmam a importância da memória e de como isso passa pelo direito das famílias enterrarem seus mortos, vítimas da violência do estado de exceção ou das disputas de poder relacionadas a um dos negócios mais lucrativos do mundo. Passa também pelo protagonismo das mulheres na busca por justiça, e reparação
Programas enfrentam redução no número de ingressantes. Entre as soluções propostas em seminário realizado na USP estão a necessidade de torná-los mais flexíveis, rápidos, com conteúdo mais moderno e próximos da sociedade
Além de garantir o soft power nas relações internacionais e nas trocas culturais, o cinema nacional forte é um importante motor do crescimento nacional, já que estimula direta ou indiretamente quase 70 setores da economia, gera emprego e renda e paga tributos aos cofres públicos — ou seja, o investimento dá retorno financeiro ao Estado
O trabalho busca mostrar como se dava a produção de recomendações para a fixação de condutas morais e comportamentais
Prêmio conquistado pela atriz brasileira destacou o cinema nacional na imprensa estrangeira, com elogios ao trabalho dela e ao filme ‘Ainda estou aqui’
Um corte diagonal sobre o caráter nacional pode ser a pista para se desvendar os traços psicológicos do brasileiro que escolhe seus mandatários
Mais do que um debate sobre como julgar golpistas, sucesso do filme deve ampliar discussão sobre a realidade do estado de exceção permanente. Ditadura ou não, a violência estatal continua acontecendo, mas toda tortura é um crime contra a humanidade e todo desaparecimento forçado é um desaparecimento político
Após a Revolta dos Malês, milhares de negros libertos se viram sem opções diante da perseguição ensejada pela elite do Império e decidiram voltar ao continente de seus antepassados. Hoje, a comunidade preserva memórias da vivência na América, e até o nome que adotou se originou da língua portuguesa.
Referência mundial em cobertura de guerras em quadrinhos, Sacco voltou a publicar sobre a Palestina
De um símbolo ressonante e altamente mitológico de uma coesão nacional imaginada nos anos 1950, o uniforme amarelo tornou-se um local emotivo de contestação política e luta entre as forças da direita e da esquerda brasileiras, e continua um emblema importante