NOVO! Programa INTERESSE NACIONAL na Rádio MYNEWSVIPFM - 90.9 às sextas-feiras, 8h30 da manhã. Clique aqui para saber mais ou acesse a rádio aqui.

Saludos, Amigos – O Brasil na política de exposições dos Estados Unidos para a América Latina em tempos de guerra

Hayle Melim Gadelha 09 setembro 2026

Vargas aproveitou o protagonismo geoestratégico para extrair benefícios da disputa teuto-americana por hegemonia, no pré-guerra, e, depois, de sua participação ativa no conflito. Em momentos de rearranjos do sistema internacional, provou-se há 80 anos, a boa diplomacia cultural traz dividendos de monta e fortalece a posição do Brasil na comunidade de nações. A construção de reputação nacional sólida, entretanto, demanda esforços continuados que nem sempre coincidem com mandatos e ciclos políticos.

Democracia em declínio – Executivo fraco, Legislativo forte, Judiciário politizado

A chave populista: Executivo forte, crise econômica e instabilidade política  A história demonstra que muitas democracias na América Latina fracassam quando o governante estabelece canal de comunicação direto com as massas – a chave do populismo. Esse modelo fragiliza as instituições representativas e desfaz o equilíbrio entre os Três Poderes. Prevalece, então, um Executivo onipotente […]

A confiança se constrói

Alessandro Facure 27 agosto 2026

A experiência construída por Brasil e Argentina no setor nuclear mostra que instituições bem desenhadas podem produzir confiança onde antes existia apenas cautela

A melancolia política, o direito internacional e o desafio de reimaginar futuros possíveis 

O que parece ser uma crise extremamente atual expõe, na verdade, uma ambiguidade antiga: o direito internacional (tal como o multilateralismo) é necessário, mas profundamente imperfeito e incompleto

Da equidistância à autonomia por sobreposição

Gunther Rudzit 20 agosto 2026

A fragmentação da Ordem Internacional e a necessidade de uma nova estratégia para o Brasil

Antitérmico diplomático – A paradiplomacia partidário-ideológica não leva a lugar nenhum

João Bimbato 19 agosto 2026

É o diálogo entre os diferentes que permite que eles coexistam – algo tido como clichê, mas que vem sendo esquecido com consequências deletérias no mundo inteiro. O contrário a essa atitude poderá levar à destruição mútua. Dialogar só com quem se concorda não dá nenhum trabalho. O diplomata prova-se no campo das diferenças, sem se deixar isolar em bolhas de eco

As novas tarifas de Trump sobre o Brasil e a reafirmação da influência americana na América Latina

Fernanda Brandão 22 julho 2026

A imposição das novas tarifas sobre o Brasil não pode ser compreendida fora do contexto internacional global e da competição por influência, sobretudo econômica, entre a China e os Estados Unidos na América Latina. O anúncio, feito na semana passada, de que o governo americano manterá as tarifas de 25% sobre produtos brasileiros, após o […]

Como Donald Trump está transformando a América Latina, segundo Brian Winter

Interesse Nacional 15 julho 2026

Em artigo publicado na revista Foreign Affairs, o pesquisador Brian Winter, editor-chefe da Americas Quarterly, argumenta que a América Latina se tornou a área de política externa em que Donald Trump mais avançou sua agenda, e que nenhum governo americano dedicou tanta atenção e recursos à região em pelo menos 40 anos. Segundo Winter, esse […]

Voto Interesse Nacional – A importância para a democracia, para os cidadãos e para o futuro do Brasil

Eduardo Gradilone 01 julho 2026

As democracias oferecem ao povo um importante instrumento de poder: o voto. Os que julgam que seus países vão mal e precisam mudar têm nele sua arma principal para a promoção de mudanças. Ao invés de ceder ao desalento passivo ou ao silêncio do voto em branco, podem ter no sufrágio a oportunidade de converter […]

Caminhando entre gigantes – Brasil, China e Estados Unidos em perspectiva comparada 

Em um cenário de rivalidade crescente entre Estados Unidos e China, o Brasil amplia sua integração econômica com Pequim enquanto preserva instituições, valores políticos e tradições diplomáticas mais próximas do Ocidente. A análise comparada mostra como essa dupla inserção deixou de ser uma escolha circunstancial para se tornar uma condição estrutural da política externa brasileira, impondo o desafio de transformar a busca por autonomia em vantagem estratégica sem depender excessivamente de nenhuma das duas potências