Neste episódio da série de entrevistas com colaboradores do portal Interesse Nacional, Felipe Estre, doutor em relações internacionais, discute o artigo em que explica que a diplomacia é uma ferramenta flexível usada pelos estados para buscar seus interesses, seja em tempo de paz, guerra ou multilateralismo. Leia o artigo completo – Diplomacia não é o contrário da […]
Advogado-Geral da União rejeitou interferências externas no Judiciário
O desafio enfrentado pelo Brasil e demais potências médias (para não mencionar aqueles que até aqui eram considerados aliados dos Estados Unidos), diz respeito, não apenas à proteção de suas economias, mas também do espaço necessário para a formulação de uma política externa autônoma
Ao ameaçar o Brasil com tarifas punitivas, o presidente dos Estados Unidos está mandando um recado claro: mexer com as Big Techs terá custos. E esses custos serão impostos sob a máscara de um nacionalismo econômico que, na prática, serve ao poder corporativo do Vale do Silício
O que o Brasil pode aprender com os casos anteriores? Talvez o principal ensinamento esteja na postura de altivez serena. A presidente do México, Claudia Sheinbaum, foi exemplar. Falou ao povo mexicano, recusando-se a subir ao picadeiro de Trump
Do ponto de vista jurídico, a medida colide frontalmente com os parâmetros do direito internacional. A Organização Mundial do Comércio (OMC) exige que tarifas sejam implementadas com base em fundamentos econômicos legítimos, não como retaliação a julgamentos de assuntos internos pelo Poder Judicial de um país soberano
Artigo publicado na edição de número 70 da revista Interesse Nacional
Bolsonaro e o Bolsonarismo são exemplos dos usos políticos da Israel imaginária – embranquecida, cristã e à espera da segunda vinda de Cristo -, algo bastante distante de Israel real. Pouco importam as complexidades israelenses, as diversas identidades envolvidas, a questão palestina, as contradições enquanto nação, tudo isso é simplificado em uma visão idealizada do país
Quando lamentamos a ‘crise da diplomacia’, talvez estejamos errando o alvo. A diplomacia não desaparece nos conflitos – ela muda de função. Trata-se de uma técnica de gestão das relações entre Estados, que pode ser usada para negociar tratados de paz ou para ameaçar com credibilidade. Ela é parte do jogo político, e não seu substituto. O que está em crise é a política
Neste episódio, os embaixadores Eduardo Gradilone e Rubens Barbosa conversam com Felipe Camargo sobre a situação geopolítica no Oriente Médio, com foco nas consequências dos ataques recentes e a busca por um cessar-fogo em Gaza, destacando a complexidade dos interesses de Irã, Israel e Estados Unidos.