A questão nuclear de novo volta ao cenário global em função do fim do Tratado de Controle das Armas Nucleares (START, na sigla em inglês) e cerca 40 países não nucleares (inclusive Arabia Saudita, Emirados, Japão) manifestam intenção em se armar nuclearmente para responder aos desafios do mundo novo
Acordo abre espaço para um avanço estratégico para explorar economicamente as atividades espaciais, fomentar a indústria nacional, ampliar o uso das infraestruturas públicas por agentes econômicos privados e, em particular, promover o uso comercial dos centros de lançamento brasileiros.
É senso comum que a falta de recursos e a imprevisibilidade orçamentaria estão afetando seriamente a capacidade operacional das Forças Armadas brasileiras em um momento de grande instabilidade política no mundo e agora na América do Sul com a ameaça bélica dos EUA contra a Venezuela e a Colômbia para eliminar o tráfico de drogas para […]
Proposta de um plano de paz para Gaza e tentativa de Trump de ganhar o apoio das Forças Armadas contra um inimigo interno aumentarão a polarização e a radicalização na sociedade norte-americana
José Múcio afirmou aos senadores que o Brasil corre riscos ao manter um orçamento instável para a área, apesar de avanços recentes na indústria de defesa e em operações de soberania e ajuda humanitária.
O país vem utilizando sua indústria de defesa como instrumento de inserção internacional, combinando capacidades tecnológicas, diplomacia e projeção de poder
O forte reforço militar americano no Caribe eleva as possibilidades de um outro cenário, ainda mais preocupante, para o regime bolivariano: um conflito assimétrico – por mais difícil que seja, no momento, imaginar tal cenário.
A tensão entre o Brasil e os EUA em função do tarifaço de Trump, pode acarretar medidas restritivas em áreas em que a dependência brasileira do mercado americano afete a segurança nacional
Os EUA estão mostrando que consideram medidas internas do Judiciário de um país soberano como uma ameaça à segurança nacional americana. A crise político-diplomática com os EUA pode representar um fator muito negativo para a economia e para o setor privado, que vai pagar a conta
O Brasil pode adotar uma postura de maior investimento em defesa, aproveitando para modernizar suas forças armadas e gerar inovação tecnológica. Ou pode reforçar sua vocação de mediador, apostando em mecanismos de segurança coletiva, diplomacia e cooperação regional