Para superar esses desafios, precisamos de uma abordagem estrutural. Primeiro, é fundamental aumentar os investimentos em infraestrutura de transporte, historicamente próximos a 0,5% do PIB. Devemos priorizar ferrovias e hidrovias, modos mais eficientes para longas distâncias.
A passagem marítima, tornou-se um campo de batalha estratégico entre duas potências globais que disputam a primazia sobre o comércio internacional, e reflete um embate muito mais amplo, que se estende para além do comércio e da infraestrutura e alcança setores como tecnologia, energia e segurança
Jornais internacionais discutem que o país pode se beneficiar das disputas entre os EUA e a China, conseguindo manter uma boa relação comercial com os dois países e se beneficiando das tarifas
O Porto de Chancay, inaugurado com capital chinês no Peru, pode transformar a logística do comércio Brasil-China. Com acesso mais direto ao Pacífico, produtores do Acre e do Centro-Oeste ganham em tempo, custo e competitividade. O terminal, parte da estratégia global da China, também pressiona o Brasil a acelerar obras de integração rodoviária e ferroviária para aproveitar plenamente essa nova rota estratégica.
Para Omar Sabbag, docente do Departamento de Fitotecnia, Tecnologia de Alimentos e Sócio-Economia do câmpus de Ilha Solteira, novo modelo de taxação deixa a produção nacional numa situação ‘menos desfavorável’, em comparação aos percentuais impostos a outras nações.
Mauro Vieira vai a Buenos Aires para preparar encontro de presidentes do bloco em meio a alta tensão internacional por conta da guerra comercial iniciada por Donald Trump
Em meio à instabilidade global, o Brasil se encontra em uma posição particularmente vantajosa. Ao ser enquadrado no patamar mínimo de 10% de tarifas – nível consideravelmente inferior ao imposto sobre os principais parceiros comerciais dos EUA – o país abre uma nova frente de oportunidades econômicas e diplomáticas.
Alberto do Amaral comenta a decisão do presidente norte-americano de adotar tarifas recíprocas para os países que exportam para os EUA
Presidente disse ainda que economia deve crescer em 2025
Trump prometeu implementar tarifas recíprocas a países que cobram taxa de importação de produtos americanos. No evento, ele anunciou tarifa de 20% sobre a União Europeia, 34% sobre a China e 46% sobre o Vietnã.