A América Latina atravessa uma profunda reconfiguração. Nos últimos anos, consolidou-se uma expressiva guinada conservadora, redesenhando o mapa ideológico regional. No centro desse novo ciclo está o Brasil, que no dia 25 de outubro enfrenta o decisivo segundo turno de suas eleições presidenciais, disputado entre Luiz Inácio Lula da Silva e Flávio Bolsonaro. O resultado […]
Em plena corrida eleitoral de 2026, uma pergunta chama atenção: que política externa os candidatos à Presidência da República pretendem construir para a África? Um levantamento realizado pelo Instituto Brasil África (IBRAF), que analisou os programas de governo dos 13 presidenciáveis, revela um cenário significativo: embora sete candidaturas façam alguma referência ao continente, as propostas […]
Nota sobre a postura do governo Lula no tocante ao “conflito na Ucrânia”, pela via das declarações oficiais do governo Lula a respeito do que é, de fato, uma guerra de agressão da Rússia contra a Ucrânia.
Vargas aproveitou o protagonismo geoestratégico para extrair benefícios da disputa teuto-americana por hegemonia, no pré-guerra, e, depois, de sua participação ativa no conflito. Em momentos de rearranjos do sistema internacional, provou-se há 80 anos, a boa diplomacia cultural traz dividendos de monta e fortalece a posição do Brasil na comunidade de nações. A construção de reputação nacional sólida, entretanto, demanda esforços continuados que nem sempre coincidem com mandatos e ciclos políticos.
A experiência construída por Brasil e Argentina no setor nuclear mostra que instituições bem desenhadas podem produzir confiança onde antes existia apenas cautela
A fragmentação da Ordem Internacional e a necessidade de uma nova estratégia para o Brasil
É o diálogo entre os diferentes que permite que eles coexistam – algo tido como clichê, mas que vem sendo esquecido com consequências deletérias no mundo inteiro. O contrário a essa atitude poderá levar à destruição mútua. Dialogar só com quem se concorda não dá nenhum trabalho. O diplomata prova-se no campo das diferenças, sem se deixar isolar em bolhas de eco
Em um cenário de rivalidade crescente entre Estados Unidos e China, o Brasil amplia sua integração econômica com Pequim enquanto preserva instituições, valores políticos e tradições diplomáticas mais próximas do Ocidente. A análise comparada mostra como essa dupla inserção deixou de ser uma escolha circunstancial para se tornar uma condição estrutural da política externa brasileira, impondo o desafio de transformar a busca por autonomia em vantagem estratégica sem depender excessivamente de nenhuma das duas potências
Comitê Especial da Competição Estratégica entre os EUA e China classificou o Brasil como parte de uma rede global de espionagem militar chinesa na América do Sul
A realização do primeiro fórum bilateral dedicado à economia criativa, inovação e tecnologia inaugura uma nova frente da diplomacia econômica brasileira, aproximando empresas, startups, universidades e setores culturais dos dois países em busca de negócios, investimentos e cooperação de maior valor agregado